sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

EXTRA! EXTRA!

Já estamos em Los Angeles novamente, com internet.
Cidade do pecado é maravilhosa, mas a internet no nosso hotel era um roubo igual as máquinas de caça níqueis. Preparem os olhos para uma leitura vasta e os ouvidos para as histórias do Marcão. Estou tentando fazer a Cris dormir pra amanha ela se dedicar ao blog.

Estamos vendo os comentários e achando sensacional...
E acabei de saber que o Curintia foi eliminado....hahahahahahahahahahahahahahahhahaha
Essa viagem fica cada dia melhor.

Aguardem novidades, mas já adianto, o que acontece em Las Vegas fica em Las Vegas.

Marquinhos

domingo, 30 de janeiro de 2011

Dia 13 - Six Flags Magic Mountain Los Angeles

A Cris pediu pra eu (Marquinhos) escrever o blog hoje. Ela tá aqui na minha frente com o Marcão escolhendo fotos, pois depois de muita insistência conseguimos convencer ele, que as desfocadas ninguém quer ver. Hoje acordamos tranqüilo, cansados da Disney, dormimos todos muito rápido e o passeio de hoje não exigia madrugar. Café da manhã 1/5 de um café da manha de qualquer hotel do Brasil. Saímos, como sempre, nós 4. O GPS do Guerra já faz parte da minha vida. Aqui, em um lugar onde não sabemos onde fica nada, o GPS te deixa dentro do Hotel, até o posto de gasolina mais próximo. Sim você fica alienado, mas nesses passeios ganha-se um tempo absurdo. Rumamos para um parque, que só de saber em São Paulo, que a Cris queria ir, já me deu piriri. Rumamos para um tal de SIX FLAGS.

Eu queria saber quem foi o FDP que inventou uma parque de diversão que só tem montanha russa. Sério, você sai de uma e já vai em outra. Entra no banheiro e quando você sai, adivinha, montanha russa!!! Bem, aqui tenho que, mais uma vez agradecer a mulher da minha vida. Ela não fica tirando barato da minha cara e sim ela armou um jeito fantástico. Explico. Ela pensou em tudo, show da Disney, só na sexta e sábado, o Universal, qualquer dia da semana e o SIX FLAGS MAGIC MOUNTAIN, só abre no fim de semana, pô perfeito e o que mais me agradou, em mais esse show de pré produção da Cris foi a graduação de “meda”. Minha turma me conhece, sou um baita cagão, logo montanhas russas não me encantam, mas fomos em um parque de graduação média (Universal), 3 montanhas russas, bacanas. Depois fomos na Disney. Lindo, maravilhoso. Temos todos que conhecer o parque do Walt Disney. Emoção? A do show talvez, porque as montanhas russas são de mentirinha. Space Mountain, Indiana Jones e uma que imita o bobsledges da olimpíada de inverno são bem sossegadas, dá pra ir várias vezes com criança. Ouvi dizer que a de Orlando é bem maior, ok. Quando eu for, eu comprovo e aviso, não vai demorar e gostaria de companhia. Falo na primeira pessoa, pois a Cris está sempre comigo e o Marcão é boa companhia, então falo por todos.

Ok, Six Flags. Cara, Hard. Punk! Sensacional. Tenho um medo, que não vou passar pra ninguém, caso eu tenha filhos. É uma mistura de ansiedade e vergonha de alguém ver que eu poderia gorfar. Mas quando você senta no carrinho e sente a pulsação do seu coração tudo se vai. Realmente essa sensação é muito boa! Quando ele começa a andar. CARACA! O parque tem 18 montanhas ao todo. E as mais radicais do mundo.

Eles, dentro do parque tem uma graduação das ridículas, das insanas e das extreme more dangerous gorfo 5000. Essas ultimas são ao todo 8. Vai inaugurar a do Lanterna Verde e relançar a do Superman  a Deja vu ta fechada, sem aviso prévio. A Cris, linda e feliz, que nem criança foi em todas essas (menos na Deja Vu, como disse antes estava fechada) e na moderada “Revolution”. Marcão? Esse cara é forte gente, sério. Foi sozinho muitas vezes. Só pediu pra não ir na X2, pois foi a saidera e a fome era enorme. Sarro? Nunca. Se eu, na idade dele for em 3 sem enfartar, tá bom. Vamos lá, Marcos... Pra Cris não sentar com um americano sem vergonha eu decidi ir em todas com ela. Sim, fomos juntos em todas e resumo agora a sensação de cada uma pela ordem de “idas” nossas. “VIPER” 7 (sete) quedas sendo 5 loopings. Carrinho sentado. Sensacional!!!!! Começamos bem.  Rumamos para a “TATSU”. Pode escrever palavrão aqui? Vou descrever como ela funciona, tentem imaginar. Você fica preso na cadeira, que é suspensa, e eles deixam você de barriga pra baixo, simulando um vôo de dragão. Imagine-se assim agora dando looping e torsões. O looping de muitos metros dela foi uma sensação única. C.......!  P......! Muito boa!!!  THE RIDDLER’S REVENGE” essa ai você simplesmente vai de pé. Sério. Fica preso de pé. Espetacular a sensação. Na fila teve showzinho dos travecos. Eles estavam chapados e dançando na fila. Mexeram com o pessoal e adivinhem quem sentou do lado Marcão no carrinho? A que menos parecia homem, até acho que era menina, mas era louca e usava uma roupa 3 números que o dela. Encontramos um grupo de São Paulo e tiraram uma com a cara do Marcão, eu aproveitei e como um bom genro coloquei mais lenha na fogueira. “BATMAN THE RIDE” Muitas torsões e loopings sentado, mas sem apoio pro pé, bacana e não tão alta, mas confesso, que essa ai já sai meio mareado, mas nem de longe é a mais radical. “GOLIATH”. Pra vocês terem idéia, eles apresentam ela como “monster coast”. Imagine uma subida de 77 metros. Tudo que sobe desce. E fica mais emocionante, quando o final da descida é um túnel. Sensacional, a sensação, na hora do túnel é nítida que você vai bater a cabeça. Muito doida essa. “SCREAM” traduza para o português e pronto. Também, você fica sem apoio nos pés, porém o forte dela é a velocidade, cara, muito louca essa ai. Gritei mesmo, mas bem grosso, que nem papai ensinou. Demos uma aliviada indo em uma antiga, da minha idade (1976), porém reformada, claro, a “REVOLUTION” a primeira montanha russa com looping do mundo. Legal, sussa, mas você vai solto, sai com a orelha zoada de tanto tapa da proteção, mas vale um passeio histórico. Ai, fomos na saidera a tal da “X2”. O carrinho não existe é o mesmo princípio da do dragão, você fica solto como um pendulo. Você começa deitado, quer dizer pegando a subida deitado!!! Ao som de “Enter Sandman” e de repente você está em queda livre de pé, fazendo looping de cabeça pra baixo e vira de pé e assim por diante. Ela bate um pouco a cabeça, mas a sensação é espetacular. Pela primeira vez na minha vida tive a sensação de dar um “McTwist”. A manobra de skate, que mais me impressionou na época de criança. Gostei muito dessa, talvez pelo fato dela forçar sensações de esportes radicais.

Muitos devem estar falando: “Nossa, o Marquinhos mudou, que coragem!”. Que nada gente, sou o mesmo. A espera na fila me matava. Fiquei verde, azul, amarelo. Quando fico nervoso, minha válvula de escape é começar a bocejar. Nunca bocejei tanto na minha vida! As filas estavam pequenas, alguns esperamos mais de meia hora, mas no verão a espera dos brinquedos deve ser o triplo ou mais, pois tinha brinquedos que tinham aqueles ferros que ficam dando voltas infinitas na fila e nós passamos direto em vários. Teve montanha que entramos e sentamos no carrinho. Não sou fã de montanha russa e continuo não sendo, porém quando saio do brinquedo saio delirando. Doido isso. Mas pra quem gosta, junta dinheiro e vem. Sério.

Se eu tiver filhos faço questão que ele curta montanhas que nem a mãe, o pai vai ficar fazendo imagens de baixo dizendo: “Já fui em 7 no Six Flags meu filho(a)” Terminamos o dia almoçando as 7 da noite no Arbys. Poutz, que saudade. Sanduíche de rosbife, com batata curly. Guerra valeu a dica, Anailson hoje o dia que tivemos, você precisa ter na sua vida. O Parque ta cheio de lembraças dos heróis da Liga da Justiça e Arbys velho, Arbys.


Comments da Cris:
Que Universal, que Disney, que nada... parque incrível mesmo é o Six Flags!!!
I LOVE ROLLER COASTERS!!!!! Aaaaaaaaahhhhh Uhhhhhhhhh Yeahhhhh
Dá uma conferida no site, pra entender melhor como são as thrill rides de lá: http://www.sixflags.com/magicMountain/rides/ThrillRides.aspx

Entrada no Six Flags – US$34,99 por pessoa

Dica útil:
1- pra esse parque vale comprar pelo site. Na portaria custa US$ 59,99.
2- venha no inverno, que as filas são bem pequenas ou inexistentes!

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sábado, 29 de janeiro de 2011

Dia 12 - Disneyland

Hoje não vou conseguir escrever muito, fico devendo também legendas mais decentes nas fotos.
Mas fomos até Anaheim na Disneyland!!! Foi sensacional.


Novamente digo que é uma amostra grátis da Disney World de Orlando, mas ainda assim é bem legal.
Amanhã teremos mais emoções.
Já tá tarde, são 01h30, chegamos tarde... vamos dormir!

Marcos quick comments:
Não vi motoboy. Vi estrelas no chão e no teto. Vi muito americano obeso e de pé feio (mulher). Vi o Bart Simpson. Vi minha linda esposa me dar coragem pra ir na montanha e russa. Vi meu sogro virar criança. Não vi nenhum artista, também não tive vontade de ver. Vi uma barata. Vi um supermercado dos sonhos. Vi pela primeira vez salada. Vejo e não vejo muitas coisas, mas a viagem está fazendo eu "enxergar" o Tio Sam com outros olhos. Dilma trata bem os caras, eles são gente boa. Ah e eu vi o Mickey.

Entrada na Disneyland – US$76 por pessoa

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Dia 11 – Hollywood, Beverly Hills, Venice Beach, Downton LA

Hoje tivemos um dia mais “tranquilo”, meio “viagens CVC”, sabe como é, passa correndo aqui e ali pra ver tudo. Mas tivemos mais um ponto alto da viagem, já já conto...
Antes, tenho que contar pra vocês a novidade do nosso purgueirinho. Tem as fotos no Picasa, vocês vão achar bonitinho, mas essa noite Marquinhos matou uma cucaracha no banheiro, a privada quebrou e acordamos no meio da noite com um barulho que vinha do além, parecia um trator em cima do nosso quarto, ainda não descobrimos o que era ou é.
Meu pai continua bem gripado, mas firme e forte, nunca vi ele tão animado como esses dias!

Nossa primeira parada hoje foi na Calçada da Fama. Na TV parece mais bacana, pessoalmente achamos meio sem graça. De longe, conseguimos avistar o letreiro de Hollywood nas montanhas. Baita dificuldade pra tirar foto.
Desistimos de visitar o Kodak Theater, onde acontece a cerimônia de entrega do Oscar. US$15 por pessoa e não pode nem fotografar! Também desencanamos do Museu de Cera Madame Tussauds, US$25 por pessoa, e podia ser um grande mico! Tinha umas amostras grátis na calçada que já renderam umas fotos e matamos a curiosidade de como é.
De lá, fomos dar uma volta de carro por Beverly Hills, ver algumas mansões e passar pela Rodeo Drive, onde a Julia Roberts no filme Uma Linda Mulher, sai às compras com o Richard Gere. Nada demais também, só um monte de boutiques chiques, carrões e turistas.
Como estávamos com tempo e próximo, aproveitamos pra dar um pulo até Venice Beach pra conhecer a cidade e ir até a loja da Harley que na segunda-feira estava fechada. Aliás, fecha todas as segundas-feiras mesmo. Essa é uma das maiores lojas da HD dos EUA, e meu pai não parava de falar nela, então fomos lá...  Se preparem pra ver milhares de fotos de motos no Picasa! Ai de mim se apagasse alguma!

Sacola cheia, borá dar uma voltinha em Venice e nos seus canais, que foram construídos pra parecerem mesmo os de Veneza. Muito lindo, amamos. Estranhamos umas plaquinhas dizendo “Rota para tsunami” pregadas em alguns postes da cidade.

Parada pro almoço no Wendy´s. Comemos salada! Claro que teve uns complementos não tão saudáveis, mas faz parte né, depois a gente desintoxica. Agora queremos mais é aproveitar a terra dos fast&trash foods!
Era cedo ainda, e quisemos conhecer a hora do rush no centro de Los Angeles. Na verdade, não tínhamos pensado nisso, mas quando vimos, estávamos num baita congestionamento das 6h da tarde. Circulamos pelo centro, nos perdemos um pouco de novo, porque o GPS deixa a gente na mão quando ficamos cercados de prédio, o que acaba sendo bom, porque nos obriga a circular mais e explorar outros pontos da cidade.
Dirigir nos Estados Unidos é muito fácil e gostoso, mas em LA o povo é mais estressado, buzinam, estacionam de qualquer jeito. Estranhamos um pouco. A cidade também é muito barulhenta, tem muita gente, muitos carros, é uma São Paulo, só que mais evoluída em diversos aspectos.
Fim do tour pela Downtown, ainda estávamos no pique e lembrei do Grifith Observatório, que fica bem perto do nosso hotel. Fomos pra lá. Ponto alto da viagem! Ainda a caminho, lindas vistas da cidade. Chegando lá, um lugar lindo de arquitetura, de paisagens, o letreiro de Hollywood bem na nossa cara. Sim, acreditem, se querem uma dica de ouro é essa.
Venha pra Los Angeles e não deixem de conhecer o Observatório e é nele que você tem a melhor vista para o letreiro de Hollywood, nada de ir lá no shopping da Calçada da Fama como indicam os livrinhos e como fizemos pela manhã. É aqui no Observatório que você terá a melhor foto, mesmo a noite, pelo menos no inverno, se tem uma ótima visão. Mas o Observatório é a melhor parte de tudo. Ele tem um Museu de Astronomia incrível e de graça! Você ainda pode subir lá num enorme Telescópio pra observar as estrelas, de graça. (Tio, lembramos muito de você e do seu telescópio. Você ainda tem ele?) Tem vários pontos incríveis pra se ver a cidade, é incrível mesmo, sem exagero. E o lugar é muito gostoso (embora seja bem alto e tenha me dado aquele frio na barriga). E tem também o Planetário... ESPETACULAR!!! Nunca fui no de São Paulo, nem meu pai. Marquinhos já foi e disse que é bem mais fraco. É um espetáculo mesmo! Impossível descrever como é, toda a sensação, é meio teatral, com alta tecnologia misturada. Ficamos super emocionados, é demais mesmo. É o melhor de Los Angeles com toda a certeza. Quem vier pra Los Angeles, tem obrigatoriamente que passar por aqui. O espetáculo que vimos foi o “Lights of Valkirias”. Demais!
Saindo de lá, parada no Supermercado pra comprar um belisco pra janta e água. Supermercado aqui é de enlouquecer qualquer um. A frase do meu pai foi “eu conheço muito supermercado, mas assim, eu nunca vi”, falou deslumbrado e querendo pegar de tudo pra experimentar. Mas é demais mesmo, tem muita variedade de tudo e várias coisas diferentes que dá vontade de comprar pra experimentar. Compramos algumas tranqueirinhas sim, ninguém é de ferro!
Agora preciso dormir, os meninos já estão aqui no maior ronco. Amanhã teremos muita emoção pela frente!!!

Planetário – US$7 por pessoa

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dia 10 – Universal Studios Hollywood


Decidimos ir hoje ao primeiro parque de diversões da minha lista, a Universal Studios!
Tomamos o café da manhã do hotel, que não é um super café, mas quebra um galho.
Ah, meu pai que sempre está de camiseta nas fotos, ficou gripado. Sem minha mãe aqui, difícil fazer ele vestir uma blusa.

A Universal fica pertinho daqui, uns 10min de carro. E os caras exploram mesmo os turistas. Tinha estacionamento de US$15 e de US$20. A gente já nem queria pagar estacionamento, mas ali não tem muito jeito, então pedimos o de US$15, claro. Daí o cara começou com lero-lero, que o de 15 era longe, que por onde a gente passaria estava tudo fechado e escuro, e a gente que não conhecia o lugar, caímos no golpe, aceitando o de 20. Sim, paramos praticamente no portão de entrada do parque, mas só na saída descobrimos onde era o outro de 15 e nem era longe, nem perigoso e inclusive tem um boulevard incrível. Quando forem à Universal, não caiam no golpe do estacionamento, aceitem o de 15 que é sussa.

Compramos os tickets no portão, mesmo preço online. Faz 14 anos que fui à Disney-Orlando pela primeira vez, então a sensação de voltar nesses parques foi emocionante. Eu era a mais empolgada. Quem me conhece um pouco, sabe o quanto amo parques. O Marquinhos que não é chegado a montanhas-russas e não sabia muito bem o que ia encontrar pela frente, estava um pouco apreensivo. Meu pai, que não há quantos anos não entra em um parque, também estava.

Mas a Universal é dos mais tranquilos. E o daqui da Califórnia é só um petisquinho do que é o de Orlando. Eu que agora conheço os dois, posso dizer “mil vezes o de Orlando, sem dúvida”.  O daqui é beeeeem menor, mas valeu a pena pra conhecer algumas atrações diferente e incríveis, como a montanha-russa virtual dos Simpsons e a da Múmia, montanha-russa no escuro com efeitos psicológicos, como eles dizem. De resto, é mamão com açúcar. E vir no inverno teve suas vantagens. O parque não tem aquelas imensidões de filas não. Na verdade, filas são praticamente inexistentes, o máximo de espera que tivemos foi 10min. Por isso o parque abre por menos tempo nessa época, das 10h às 17h. Conclusão, conseguimos até o fechamento do parque, passar por todas as atrações. Pra quem gosta de cinema como a gente, esse parque é um prato cheio!

Na saída, passeamos pelo boulevard que tem umas lojas super diferentes, como uma que vende só meias, de todos os tipos, cores, desenhos, incrível. Tem uma loja enorme só de jogos de vídeo-game. Muito legal mesmo. Jantamos nosso primeiro hot dog nos USA. Tinha salsicha de peru pra mim!
Como ainda era cedo e o Marquinhos estava na fissura de conhecer uma big store que nos indicaram de eletrônicos, a Frys, fomos até lá. A loja realmente é imperdível, de variedade é melhor que a Best Buy que é mais conhecida. De preço, não sentimos tanta diferença também. A loja tem decoração que remete a filmes, com uma nave espacial logo na entrada e outra sobre todo o teto da loja. O Marquinhos e meu pai encheram a sacola!

De volta pro hotel, tomei uma Budweiser e enquanto meu pai começava a mostrar as fotos do dia na TV pra gente, eu capotei e só acordei agora!

Entrada Universal – US$74 por pessoa

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dia 09 - San Diego, Los Angeles

Acordamos hoje às 7h30, tomamos café da manhã com desconto de 10% que o purgueiro nos dava pro café no Dennys. E ontem a noite meu pai achou 10 doletas no chão perto do hotel (sorte!), então o café vai sair mais barato pra gente hoje. Lá, mandamos ver no breakfast tipicamente americano. Até perguntei pra garçonete se não tinha uma coisa mais simples do que o cardápio, ovos mexidos e torradas, mas ela falou que não tinha. Então mandei ver em panquecas com ovos mexidos, a salsicha que vinha deixei pro meninos, pedi pra tirar o bacon e meu leitinho com chocolate! Meu Pai foi de omelete e o Marquinhos caprichou num combo com 2 panquecas de blueberry, ovos, batata e bacon. É o projeto dele, “voltar com diabete dos USA”!
Conforme programado, seguimos para o Museu Air & Space. E hoje era nosso dia mesmo. O cara da bilheteria foi com a nossa cara, falou que adorava o Brasil e nos DEU os tickets de grátis!!! Custavam US$18,00 cada. Só porque o Marquinhos tinha tido o maior trabalho recortando uns cupons de desconto que ele achou numas revistas. Bem, nem preciso falar que meu pai teve mais um grande dia. Não parava de fotografar avião por avião, detalhe por detalhe. Se preparem pra ver mais milhões de fotos de aviões no Picasa!
Pra quem não sabe, meu pai Marcão tem uma coleção de aeromodelos que ele montou. Então imagina a emoção dele de ver esses aviões em tamanho real, cara-a-cara, e poder tocar neles. 2h30 depois, pegamos estrada rumo a Los Angeles, com parada no Outlet Premium Carlsbad. Finalmente fomos às compras! Mas em algum blog li que esse Outlet era ótimo para compras de eletrônicos, mas não tinha se quer uma única loja disso por lá. De qualquer forma, já valeu a pena pra adquir várias coisinhas bem baratas. Consegui uma camiseta da Converse All Star por US$2,99. Aliás, vale contar pros fãs de plantão como eu e o Marquinhos, que a loja da Converse daqui é de enlouquecer! Lembramos muito do Michael! Vários modelos bacanas e diferentes, são bem baratos, mas o problema é conseguir a numeração. Eu mesma saí frustrada. Não tinha nenhum no meu número. O Marquinhos conseguiu um pouco mais de opções. Bom mesmo é quem tem pé bem grande, porque daí sim tem várias opções.
Isso vale também pras roupas. Tamanhos small são raros. O negócio é mesmo ter tempo e paciência pra garimpar. Coisa que eu não tenho. Compramos pouco, porque era um outlet de grandes marcas. Preços bons pras marcas que são, mas não tão bons pra quem não tá a fim de gastar muito.
Pé na estrada de novo, overdose de Dennys. Paramos pra jantar nele, porque eu estava morrendo de vontade de comer um Hamburger Veggie que vi no cardápio com Milkshake! Era tão bom e era tão gigante que não aguentei.
Chegamos em Los Angeles, cidade movimentada e barulhenta demais! O Motel que estamos é o Hollywood City Inn. De todos que ficamos até agora, é o que tem cara de mais antigo de todos, com torneira de “virar”, janela com persiana. Não tivemos mais cafeteira no quarto desde que saímos do Norte da Califórnia. Pelo menos a internet é de graça e funciona bem. Amanhã comento sobre o tal café da manhã continental que eles servem.

Bem, ainda não decidimos o que fazer amanhã. Temos várias opções. Mas teremos muita “adrenalina” nos próximos dias!!! Yeeessss!!!
Nesse momento estamos bebendo Budweiser aqui no quarto, aproveitamos que temos frigobar e já compramos umas garrafinhas!

Comentário de Marcos Cosentino:
Avião... Avião... Avião... Se o Marcão quiser ver avião agora, só se for o da United indo pro Brasil... E chegando no hotel ligo a TV e esta passando “Apertem os cintos o piloto sumiu 1” e na sequência  o 2, ok, parece roteiro de ficção, mas é verdade, porém ainda assim gosto de avião e principalmente dos filmes, mas que nem meu sogro nem pensar. Prefiro o Chevrolet Malibu. Acreditem ou não, adoro dirigir e os dois aqui não fazem questão, logo... Outlet foi punk, imaginava, mas diria que foi muito melhor do que pensava, poutz!!! Gastei, gastei mesmo! Trabalho pra que? Calça da Hilfinger U$29,00? Tênis Adidas U$29, Blusa da GAP U$9? Não ligo pra marca, mentira! Marcas boas, roupas bonitas e por esse preço? O Marcão é um paizão mesmo, pois entra nas lojas e fica falando de regalos pra todo mundo, mas fiquem tranquilos, eu, com meu poder de influência faço ele não levar nada pra ninguém. “Lembramos de todos no coração Marcão”; “Tenho certeza que eles não querem essas roupas de grife e sim que voltemos com saúde e segurança”. “Eu acho que esse Playstation de última geração não vai funcionar no Brasil”; “Porque eu to levando o Playstation? Pra usar de caixinha de areia pro Petit”. Querem lembrança? http://picasaweb.google.com/cristianeebmoraes.
Micagens a parte, chegamos em LA. Fui em um supermercado gigante e esqueçam o que falei da variedade, eu me enganei, TEM MUITO MAIS DO QUE OS DE SÃO FRANCISCO!!!!!! Thiago, mãe, íamos passar horas nesses lugares! Na saída, chão com muito papel e sujeira, sirenes e mais sirenes... Seria a primeira impressão ruim? Uma SP nos EUA?

Milhas iniciais – 7199mi

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* Nossas impressões sobre o hotel de San Diego “Good Nite Inn Sea World” – limpeza ruim, as toalhas de banho e de rosto estavam todas muito manchadas. Nojento. Internet paga, mas boa, atendimento demorado mas bom, barulhento, chuveiro e camas razoáveis. Não tinha café da manhã. Estacionamento grátis.

Nota de 0 a 5:
Marquinhos – 2
Marcão – 2
Cris – 1

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Dia 08 - San Diego

Novamente um excelente café da manhã!!! O hotel que ficamos essa noite em Venice Beach, o “Jolly Roger Hotel” tinha um quarto enorme, chuveiro maravilhoso e um super café da manhã pra compensar o dia anterior!
Hoje, vou fazer uma surpresa pro meu pai levando ele pra conhecer um porta-aviões com muitos aviões!!!
Antes de pegar a estrada, uma passada frustrada pela maior loja da Harley da Califórnia. Ops, estava fechada!!! Talvez feche na segunda, não sei, precisamos ainda pesquisar e voltar lá mais pra frente.
Pegamos a estrada rumo a San Diego. Já rodamos mais de mil milhas!!! E curiosidade, não pagamos NENHUM pedágio nas estradas. Só mesmo pra atravessar as pontes de San Francisco.
Quase chegando em San Diego, 2 horas depois de estrada, perguntei pro meu pai se ele sabia o que a gente iria fazer lá e ele falou “não sei, vamos passear e dormir”. Quando ele viu o porta-aviões e entendeu que era lá que íamos, se emocionou, bastante! Ficou até preocupado, achando que a gente estava invadindo uma área militar! Não preciso nem falar que ele parecia uma criança, se esbaldou, não sabia se fotografava, se ouvia o áudio guia, andava de um lado pro outro, entrava e saia dos aviões. Muito legal.

O passeio é longo e incrível, mesmo pra quem não gosta tanto. E custa muito barato pro que é. 3h30 depois, e zig bilhões de fotos que meu pai incansavelmente tirou até acabar a bateria da câmera, fomos dar uma voltinha de carro mesmo por San Diego.  
Fomos atrás de um outro museu que tem por aqui, Aeroespacial, já estava fechado. Concordamos em visitá-lo amanhã de manhã, antes de seguir viagem rumo a LA.
Chegamos no nosso "purgueiro" motel Good Nite Sea World. Aaffff... comentamos no post de amanhã. Pelo menos tinha como comprar internet e só assim estou conseguindo colocar as postagens em dia. Mas além das "pulgas", o motel é perto do aeroporto internacional (24h aviões passando), perto do trilho do trem (24h apitando), perto da auto-estrada (24h carros passando), perto das putas! Não é à toa que era o mais barato de todos!
Jantamos em frente, no Dennys. O Marquinhos já se animou em abrir um Dennys aí no Brasil quando voltarmos. Comida tipicamente americana. American Apple Pie, Meatloaf, T-Bone, Coca-cola azul... amanhã tomaremos café da manhã lá, porque o purguerinho aqui, não serve café da manhã, pelo menos dá 10% de desconto no Dennys. Quero ovos mexidos!


Comentário do Dunga:
Vi meu sogro casar as duas filhas e permanecer forte, porém hoje quando avistamos o porta aviões o cara chorou! Não to tirando um sarro e sim estou admirado e feliz, pois eu presenciei e ajudei uma pessoa realizar um sonho. Muito legal isso. E tenho certeza que quando eu chegar no Outlet de eletrônicos irei cair aos prantos, que nem criança na sua primeira vez “Ri happy”. Hotel pulgueiro perto do puteiro (é sério). Vou tentar tirar uma foto. O Guerra me perguntou do carro, é o “Malibu”, um carro ordinário aqui, mas minha Spacefox tem muito mais funções, mesmo tendo a metade do tamanho e do motor e isso me remete a outra coisa curiosa, o som do carro não tem Bluetooth e entrada USB (o meu tem - Volks BR 2 x 0 Chevrolet Tio Sam), estou que nem louco atrás de um CD gravavel e não consigo, sério, aqui só vende de pilha (mínimo 10) afinal quem usa isso? Coisa velha, nem eu uso. Piadas a parte é um senhor carro, óbvio, e anda nas estradas que é uma maravilha, câmbio automático (não gosto, mas aqui é a suprema maioria). As estradas têm buracos (raros), mas mesmo assim ando na média de 75 Milhas por hora (quase 115Km/h) e ando com o fluxo, às vezes sou ultrapassado, ah esqueci de dizer que o limite das estradas (freeway) são 65Mph (107km). Radar? Não existe. Tem guarda escondido (impossível avistar onde ficam) em todo lugar, pra galera não se matar, mas outra coisa contagiosa aqui é o bom senso ao dirigir, carrões, sem radar, sem marronzinho (sério NENHUM!) e você pode passar no vermelho em determinadas condições e sabe quantas buzinadas eu levei? Zero! Simplesmente optei por dirigir com bom senso assim como todos por aqui. Nunca me pediram passagem e nem colaram na minha traseira jogando farol. Eu simplesmente olho no espelho e mudo de faixa e se esqueço, me ultrapassam pela direita, sem xingar. Acidentes? Vimos um, na cidade, mas leve, bem leve. Quando chegar ai, já irei me estressar no aeroporto. Ok, faz parte.

Visita ao USS Midway – US$ 18 por pessoa

A emoção que meu pai sentiu - não tem preço!

Milhas iniciais – 7060mi

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* Nossas impressões sobre o hotel de Santa Monica/Venice “Jolly Roger” – limpeza excelente, internet grátis tosca – era melhor nem ter, atendimento excelente, confortável, chuveiro maravilhoso. Café da manhã cortesia, delicioso. Estacionamento grátis. Tinha jacuzzi.

Nota de 0 a 5:
Marquinhos – 3,5
Marcão – 3
Cris – 3